Dívida que quita
Saldo R$ 5.000, juros 8% ao mês, pagamento R$ 700/mês
Juros do 1º mês = R$ 400. O pagamento de R$ 700 é maior, então a dívida diminui. Repetindo o ciclo, ela zera em cerca de 9 meses.
Meses para quitar e total de juros
Estar endividado é estressante — e parte do estresse vem da incerteza: "quando isso vai acabar?". Esta calculadora responde exatamente essa pergunta. Informando o saldo atual da dívida, a taxa de juros mensal que ela cobra e o valor que você consegue pagar por mês, ela simula mês a mês a evolução do saldo e mostra em quantos meses a dívida zera. O ponto mais importante que esta calculadora revela é também o mais brutal: se o valor que você paga por mês for menor que os juros do mês, a dívida nunca quita — ela só cresce. Isso acontece com frequência no rotativo do cartão de crédito e no cheque especial, onde os juros mensais são altíssimos. Pagar "o mínimo" da fatura é, na prática, alimentar uma dívida que não diminui. A simulação funciona assim: a cada mês, os juros incidem sobre o saldo devedor; em seguida, o seu pagamento abate parte desse saldo já com juros. O que sobra é o novo saldo, sobre o qual os juros do próximo mês vão incidir. A calculadora repete esse ciclo até o saldo chegar a zero — e conta quantos meses isso levou, além de somar o total efetivamente pago e o total que foi só de juros. Ver o total de juros costuma ser um choque saudável: uma dívida de R$ 5.000 a 14% ao mês, paga em parcelas pequenas, pode resultar em muito mais que o dobro pago ao final. Esse número é o melhor argumento para buscar alternativas. Use esta ferramenta para enxergar o tamanho real da sua dívida, para comparar cenários (e se eu pagar R$ 100 a mais por mês?), para decidir se vale a pena fazer uma portabilidade para um crédito mais barato, e para transformar a ansiedade da incerteza em um plano concreto com data para terminar.
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A cada mês: Saldo = (Saldo anterior × (1 + taxa mensal)) − Pagamento mensal O ciclo se repete até o saldo chegar a zero. Se o pagamento mensal ≤ juros do mês, a dívida nunca quita. Total de juros = Total pago − Saldo original
A cada mês: Saldo = (Saldo anterior × (1 + taxa mensal)) − Pagamento mensal O ciclo se repete até o saldo chegar a zero. Se o pagamento mensal ≤ juros do mês, a dívida nunca quita. Total de juros = Total pago − Saldo original
Saldo R$ 5.000, juros 8% ao mês, pagamento R$ 700/mês
Juros do 1º mês = R$ 400. O pagamento de R$ 700 é maior, então a dívida diminui. Repetindo o ciclo, ela zera em cerca de 9 meses.
Saldo R$ 5.000, juros 14% ao mês, pagamento R$ 600/mês
Juros do 1º mês = R$ 700. O pagamento de R$ 600 é menor que os juros, então o saldo cresce todo mês.
Saldo R$ 10.000, juros 6% ao mês, pagamento R$ 1.500/mês
Juros do 1º mês = R$ 600. O pagamento abate R$ 900 do saldo. Repetindo, quita em cerca de 8 meses.
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Se o valor que você paga por mês for maior que os juros do mês, a dívida diminui e vai quitar. Se for menor ou igual, a dívida nunca quita — só cresce. A calculadora avisa quando isso acontece.
Porque o pagamento mínimo do cartão raramente cobre os juros do rotativo, que são altíssimos. Pagando só o mínimo, o saldo devedor cresce mês a mês — é a bola de neve do cartão.
É quanto você pagou além do valor original da dívida — só de juros. Numa dívida cara, esse valor pode superar o próprio saldo inicial, e ver isso costuma motivar a buscar alternativas.
Sim, e o impacto é desproporcional. Pagar um pouco a mais reduz o saldo mais rápido, o que reduz os juros futuros — encurtando o prazo e o total pago de forma significativa.
Mensal. A maioria das dívidas de cartão, cheque especial e crédito pessoal trabalha com taxa ao mês. Confira no seu contrato ou fatura — confundir mensal com anual distorce totalmente o cálculo.