Exemplo 1 — Base de R$ 3.000
Comparando 11% e 20%.
Estimativa de contribuição previdenciária com base informada e opção de aplicar teto.
Para autônomos, profissionais liberais e sócios que recebem pró-labore, contribuir ao INSS funciona de forma diferente do trabalhador CLT — e entender as opções pode economizar centenas de reais por mês. Diferente da CLT (onde o desconto é automático em folha), o contribuinte individual precisa **escolher a alíquota e o valor da base** dentro dos limites legais. Há duas alíquotas principais. A primeira é **20% sobre a base de contribuição** (qualquer valor entre o salário mínimo e o teto do INSS — em 2026, aproximadamente R$ 8.157,41). Quem contribui com 20% tem direito a todos os benefícios previdenciários, incluindo aposentadoria por tempo de contribuição (para quem ainda se enquadra nas regras antigas/transição). A segunda é o **Plano Simplificado de 11%** sobre o salário mínimo (Lei 12.470/2011) — aproximadamente R$ 155/mês em 2026. Tem custo bem menor, mas dá direito a aposentadoria apenas pelo valor de **1 salário mínimo** e exclui aposentadoria por tempo de contribuição. Quando vale 11% vs 20%? **11%** faz sentido para autônomos que: (a) só querem garantia mínima (auxílio-doença, salário-maternidade, aposentadoria do mínimo); (b) já têm previdência privada robusta; (c) têm baixa renda e priorizam liquidez. **20% sobre o teto** faz sentido para quem: (a) quer benefício acima do mínimo na aposentadoria; (b) tem renda alta consolidada; (c) busca cobertura previdenciária ampla; (d) ainda está nas regras de transição da Reforma de 2019. Para sócios que recebem **pró-labore**, a contribuição é sempre 11% sobre a base (descontada na fonte pela empresa) — mas a empresa precisa também recolher 20% patronal sobre a base do pró-labore, o que torna o pró-labore mais caro para a PJ. Por isso é comum sócios optarem por **pró-labore mínimo + distribuição de lucros**, que é isenta de IR e INSS. Esta calculadora estima o INSS devido para autônomos e contribuintes individuais a partir da base de contribuição e alíquota escolhida, com opção de aplicar o teto previdenciário. Use para planejamento de caixa e comparação de cenários. Para questões específicas de elegibilidade a aposentadoria, regras de transição da Reforma e dúvidas pontuais, consulte um contador previdenciário ou o atendimento do Meu INSS (gov.br/inss).
Preencha os dados e clique em "Calcular". Resultado instantâneo.
Base considerada = base informada (respeitando teto, se ativado) INSS estimado = base considerada × alíquota escolhida (11% ou 20%)
Base considerada = base informada (respeitando teto, se ativado) INSS estimado = base considerada × alíquota escolhida (11% ou 20%)
Comparando 11% e 20%.
Ative o teto para limitar a base da estimativa.
Use o valor do pró-labore como base informada.
Copie o código abaixo e cole no HTML do seu site ou blog.
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Ela serve como estimativa de contribuição sobre uma base informada. O enquadramento e a regra oficial devem ser validados com profissional responsável.
Depende do enquadramento e da finalidade da contribuição. Use a opção como simulação e valide com contador.
Não. Ela apenas estima valores.
Sim. Informe a média/valor do período e ajuste conforme adicionais e horas extras.
Algumas estimativas não incluem todos os descontos. Use como referência e confirme com holerite e regras vigentes.
Use o formato dia/mês/ano e confira o período escolhido antes de calcular.
Quando aplicável, a calculadora considera o adicional de 1/3 e permite simular abono de férias.
É voltada para CLT (quando indicado). Para outros regimes, use a calculadora específica.
Sim. Acordos e convenções coletivas podem alterar percentuais e regras.