Exemplo 1 — Menino de 9 anos, 30 kg e 1,35 m
Para um menino de 9 anos, esse IMC fica na faixa de eutrofia (peso adequado).
Menino, 9 anos, 30 kg, 135 cm
IMC = 30 ÷ (1,35)²,IMC = 30 ÷ 1,8225,IMC ≈ 16,5
O IMC de crianças e adolescentes não é interpretado como o do adulto. Esta calculadora estima o IMC de quem tem entre 5 e 19 anos e o classifica por idade e sexo, usando como referência as curvas de IMC-para-idade da Organização Mundial da Saúde (OMS). A diferença é importante. No adulto, os limites são fixos (por exemplo, sobrepeso a partir de 25). Já na infância e adolescência o corpo muda muito a cada ano, então o mesmo valor de IMC pode ser normal para uma idade e indicar sobrepeso em outra. Por isso a classificação depende de comparar o IMC da criança com o esperado para a sua idade e sexo. A OMS divide a avaliação em quatro faixas: magreza, eutrofia (peso adequado), sobrepeso e obesidade. Esta ferramenta calcula o IMC (peso dividido pela altura ao quadrado) e o compara com os limites aproximados para a idade informada, indicando em qual faixa a criança se encontra. É uma triagem útil para acompanhar o crescimento — mas não substitui a avaliação do pediatra com a curva oficial da caderneta de saúde. Informe o sexo, a idade, o peso e a altura para ver o IMC e a classificação. Use como acompanhamento e, diante de qualquer faixa fora da eutrofia, leve o resultado ao pediatra para a avaliação correta.
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IMC = Peso (kg) ÷ Altura (m)² A classificação compara o IMC com os limites de IMC-para-idade da OMS (por idade e sexo): • Abaixo do limite de magreza → Magreza • Entre magreza e sobrepeso → Eutrofia (peso adequado) • Entre sobrepeso e obesidade → Sobrepeso • Acima do limite de obesidade → Obesidade
IMC = Peso (kg) ÷ Altura (m)² A classificação compara o IMC com os limites de IMC-para-idade da OMS (por idade e sexo): • Abaixo do limite de magreza → Magreza • Entre magreza e sobrepeso → Eutrofia (peso adequado) • Entre sobrepeso e obesidade → Sobrepeso • Acima do limite de obesidade → Obesidade
Para um menino de 9 anos, esse IMC fica na faixa de eutrofia (peso adequado).
Menino, 9 anos, 30 kg, 135 cm
IMC = 30 ÷ (1,35)²,IMC = 30 ÷ 1,8225,IMC ≈ 16,5
Para uma menina de 12 anos, esse IMC fica na faixa de obesidade, indicando avaliação com o pediatra.
Menina, 12 anos, 60 kg, 150 cm
IMC = 60 ÷ (1,50)²,IMC = 60 ÷ 2,25,IMC ≈ 26,7
Para um menino de 15 anos, esse IMC fica próximo ao limite inferior, na faixa de eutrofia.
Menino, 15 anos, 50 kg, 170 cm
IMC = 50 ÷ (1,70)²,IMC = 50 ÷ 2,89,IMC ≈ 17,3
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O cálculo do IMC é o mesmo do adulto: peso dividido pela altura em metros ao quadrado. A diferença está na interpretação: em crianças e adolescentes, o resultado é comparado com as curvas de IMC-para-idade da OMS, que variam por idade e sexo.
Porque o corpo de crianças e adolescentes muda muito durante o crescimento. Um IMC que é normal aos 6 anos pode indicar sobrepeso aos 14. Por isso, usa-se a comparação com o esperado para a idade e o sexo, e não valores fixos.
São quatro faixas, segundo a OMS: magreza, eutrofia (peso adequado), sobrepeso e obesidade. Cada faixa corresponde a uma posição na curva de IMC-para-idade, expressa em escore-z ou percentil.
Para crianças e adolescentes de 5 a 19 anos. Abaixo de 5 anos, a avaliação usa outras curvas (peso-para-idade, peso-para-estatura) e deve ser feita pelo pediatra. A partir de 20 anos, usa-se o IMC adulto.
Não sozinho. O IMC-para-idade é uma triagem importante, mas o diagnóstico nutricional considera a curva de crescimento completa, o histórico e o exame do pediatra. Um único valor não substitui a avaliação profissional.
Leve o resultado ao pediatra. Ele confirmará na curva oficial e orientará sobre alimentação e atividade física. Evite dietas restritivas por conta própria, pois crianças estão em fase de crescimento e precisam de nutrientes.
São aproximados e interpolados a partir das curvas da OMS para facilitar a triagem. Perto dos limites, pequenas diferenças podem mudar a faixa. Para precisão, use a curva de IMC-para-idade da caderneta de saúde com o profissional.
Nas consultas de rotina de puericultura, o pediatra já acompanha o crescimento. Em casa, medir a cada poucos meses ajuda a observar a tendência. O importante não é uma medida isolada, mas a evolução ao longo do tempo.