Exemplo 1 — R$ 1.000 + R$ 200/mês por 12 meses
Taxa de 1% ao mês.
Ideal para planejamento de investimentos, reserva financeira e simulações de longo prazo com aportes mensais.
Juros compostos com aportes regulares é a fórmula que descreve como a maioria das pessoas realmente constrói patrimônio: um valor inicial que rende, somado a depósitos mensais que também passam a render. É o motor de qualquer plano de aposentadoria, reserva de emergência ou meta financeira de longo prazo. A fórmula combina duas partes: **M = C × (1 + i)ⁿ + A × [((1 + i)ⁿ − 1) ÷ i]**. A primeira parte (C × (1+i)ⁿ) é o crescimento do capital inicial; a segunda é o crescimento da série de aportes. Exemplo prático: você começa com R$ 10.000, aporta R$ 500 por mês, a uma taxa de 0,8% ao mês (CDB 100% CDI líquido aproximado em 2026), por 20 anos (240 meses). - Crescimento do capital inicial: 10.000 × (1,008)²⁴⁰ ≈ R$ 67.700 - Crescimento dos aportes: 500 × [((1,008)²⁴⁰ − 1) ÷ 0,008] ≈ R$ 356.300 - **Montante total ≈ R$ 424.000** O detalhe que impressiona: você depositou R$ 10.000 + (R$ 500 × 240) = R$ 130.000 ao longo de 20 anos. O resto — quase **R$ 294.000** — foram os juros compostos trabalhando. Mais de dois terços do patrimônio veio dos juros, não dos seus depósitos. A lição mais poderosa dos juros compostos com aportes: **o tempo importa mais que o valor do aporte**. R$ 300/mês por 30 anos rende mais que R$ 600/mês por 15 anos, mesmo somando o mesmo total depositado — porque os primeiros aportes têm décadas para se multiplicar. Começar cedo, mesmo com pouco, vence começar tarde com muito. Esta calculadora computa o montante final considerando capital inicial, aporte mensal, taxa e prazo. Use para planejar aposentadoria, simular metas de longo prazo, visualizar o poder dos juros compostos e decidir entre aportar mais agora ou começar a investir antes. Para descobrir o aporte mensal necessário para atingir uma meta específica, use a calculadora de quanto guardar por mês.
Preencha os dados e clique em "Calcular". Resultado instantâneo.
Sem aportes: M = C × (1 + i)^n Com aporte no fim do período: M = C × (1+i)^n + A × [((1+i)^n - 1) / i] Com aporte no início do período: fórmula acima × (1+i) para a parte dos aportes
Sem aportes: M = C × (1 + i)^n Com aporte no fim do período: M = C × (1+i)^n + A × [((1+i)^n - 1) / i] Com aporte no início do período: fórmula acima × (1+i) para a parte dos aportes
Taxa de 1% ao mês.
Mesmo aporte, mesmo juros.
Mudança de timing dos aportes.
Copie o código abaixo e cole no HTML do seu site ou blog.
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É quando os juros de cada período são incorporados ao saldo, e os próximos juros passam a incidir sobre o valor acumulado (juros sobre juros).
Depende do modelo. Em simulações comuns, considera-se o aporte no fim de cada período. O importante é manter o padrão para comparar cenários.
A taxa anual não é apenas 12× a mensal quando há capitalização. Para comparar corretamente, é preciso converter para a mesma base.
Uma conversão comum é: (1 + taxa_anual)^(1/12) − 1. Assim você obtém a taxa equivalente mensal.
Total investido é a soma do capital inicial + aportes. Montante é o valor final acumulado após os juros ao longo do tempo.
Basta comparar montante − total investido. Essa diferença mostra o ganho estimado com juros.
Os dois importam, mas o tempo tende a ter efeito muito forte em juros compostos. Quanto maior o prazo, maior a diferença no resultado final.
Sim, mas você precisará rodar simulações por períodos (ou ajustar aportes manualmente) para representar aumentos ao longo do tempo.
Normalmente não. Se houver IR, taxas ou custos, o retorno líquido pode ser menor que o simulado.