Exemplo 1 — Produto
Preço R$ 120, custo variável R$ 60, despesas variáveis 10%.
Indicador essencial para precificação, metas e análise de viabilidade comercial.
A margem de contribuição (MC) mostra quanto “sobra” de cada venda depois de pagar custos e despesas variáveis. Esse valor é o que cobre custos fixos e, depois disso, vira lucro. Use a MC para precificar melhor, comparar produtos/canais (ex.: marketplace vs site próprio) e entender se o volume de vendas atual é suficiente para sustentar a operação.
Preencha os dados e clique em "Calcular". Resultado instantâneo.
Despesa variável (R$) = preço × (% despesa variável / 100) Margem de contribuição unitária = preço - custo variável - despesa variável MC% = margem de contribuição unitária / preço × 100 MC total = MC unitária × quantidade
Despesa variável (R$) = preço × (% despesa variável / 100) Margem de contribuição unitária = preço - custo variável - despesa variável MC% = margem de contribuição unitária / preço × 100 MC total = MC unitária × quantidade
Preço R$ 120, custo variável R$ 60, despesas variáveis 10%.
Mesmo produto, mas com 18% de comissão/taxas.
MC unitária R$ 48 com 100 unidades vendidas.
Copie o código abaixo e cole no HTML do seu site ou blog.
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É quanto sobra da venda após custos e despesas variáveis. Esse valor paga custos fixos e, depois, gera lucro.
Lucro considera também os custos fixos. A margem de contribuição ainda não desconta aluguel, salários fixos, energia fixa etc.
Custos que variam com a venda: custo do produto/insumo, embalagem, mão de obra variável, comissão por venda, etc.
Normalmente entram como despesa variável (%), pois são proporcionais ao valor da venda.
As duas são úteis. Em R$ é melhor para ponto de equilíbrio e metas por quantidade; em % facilita comparar produtos e preços.
Sim. Trate como “preço do serviço” e coloque os custos diretamente ligados à prestação como custos variáveis.
O ponto de equilíbrio em unidades costuma ser custos fixos ÷ margem de contribuição unitária.
Geralmente indica pouco “fôlego” para pagar custos fixos. Mas pode fazer sentido em estratégia de volume — desde que a operação suporte.
Aumentar preço com valor percebido, reduzir custo variável, renegociar taxas/comissões e otimizar mix de produtos/canais.