Exemplo 1 — Corrente
V = 12 V e R = 6 Ω.
Ferramenta educacional para estudos, manutenção e conferências rápidas em elétrica básica.
A Lei de Ohm é a relação mais fundamental da eletricidade — descoberta pelo físico alemão Georg Ohm em 1827, ela conecta as três grandezas básicas de qualquer circuito elétrico: tensão (V), corrente (I) e resistência (R). A fórmula central é elegantemente simples: **V = I × R**. A partir dela, derivam-se as outras duas formas: - **Corrente**: I = V ÷ R - **Resistência**: R = V ÷ I E somando o conceito de **potência elétrica** (P), surgem fórmulas complementares: - P = V × I - P = I² × R - P = V² ÷ R As unidades: **tensão em Volts (V)**, **corrente em Ampères (A)**, **resistência em Ohms (Ω)**, **potência em Watts (W)**. Exemplos práticos: - Um chuveiro de 220 V que consome 5.500 W: corrente = P ÷ V = 5.500 ÷ 220 = **25 A** (por isso chuveiro elétrico exige disjuntor de 32 A ou mais) - Um LED que opera a 3 V e precisa de 0,02 A: a resistência do resistor limitador, se a fonte é 12 V, seria R = (12 − 3) ÷ 0,02 = **450 Ω** - Um carregador de celular de 5 V e 2 A entrega potência = 5 × 2 = **10 W** Onde a Lei de Ohm é aplicada: - **Dimensionamento elétrico residencial**: calcular a corrente de um aparelho define o disjuntor e a bitola do fio necessários - **Eletrônica**: projetar circuitos, escolher resistores, proteger componentes - **Manutenção**: diagnosticar problemas (queda de tensão, curto, sobrecarga) - **Segurança**: entender por que fios subdimensionados esquentam (mais corrente = mais calor pela fórmula P = I² × R) - **Estudos**: base de física do ensino médio e de toda engenharia elétrica/eletrônica A Lei de Ohm explica situações do dia a dia: por que aparelhos de alta potência (chuveiro, ar-condicionado, forno elétrico) precisam de fiação mais grossa e disjuntores maiores; por que extensões finas esquentam com aparelhos pesados; por que a queda de tensão em fios longos é um problema real em instalações. Esta calculadora resolve qualquer uma das grandezas (tensão, corrente, resistência, potência) a partir das outras duas, aplicando a Lei de Ohm e suas derivações. Use para dimensionamento elétrico, projetos de eletrônica, diagnóstico de circuitos e estudos de física. **Importante**: para instalações elétricas residenciais reais, consulte um eletricista qualificado — o cálculo é a base, mas a execução segura envolve normas técnicas (NBR 5410).
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Lei de Ohm: V = I × R Corrente: I = V ÷ R Resistência: R = V ÷ I Potência: P = V × I Também: P = I² × R e P = V² ÷ R (em contextos apropriados)
Lei de Ohm: V = I × R Corrente: I = V ÷ R Resistência: R = V ÷ I Potência: P = V × I Também: P = I² × R e P = V² ÷ R (em contextos apropriados)
V = 12 V e R = 6 Ω.
I = 3 A e R = 4 Ω.
V = 127 V e I = 0,5 A.
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A forma mais comum é V = I × R, onde V é tensão, I é corrente e R é resistência.
V em volts, I em amperes (A), R em ohms (Ω) e P em watts (W). Use valores coerentes para evitar erros.
Sim. A calculadora inclui modos para P usando V×I, I²×R ou V²/R.
É o que você quer descobrir. Você escolhe a fórmula e informa os dois valores conhecidos.
Geralmente é erro de unidade (mA vs A, kΩ vs Ω). Converta antes de calcular.
Serve como aproximação em circuitos resistivos. Em AC com componentes reativos, o cálculo pode exigir impedância.
Converta para ohms: 1 kΩ = 1000 Ω.
Ajuda na estimativa, mas considere margens de segurança e especificações do equipamento.
Não. Ela é para cálculo rápido e estudo. Para projetos, siga normas e orientação profissional.